domingo, 24 de julho de 2011

...e se cala para sempre uma bela voz: Amy Winehouse




O que estou fazendo no momento eu não queria fazer de jeito nenhum, pois é triste o que passou ontem (23 de julho de 2011, sábado) e ainda está sendo triste hoje, e depois e depois... Ao está em casa, descansando e vendo tv, como sempre, de costume, escutei no noticiário que "Amy Winehouse morreu aos 27 anos de idade"! Em outras emissoras falavam "e foi encontrada morta em seu apartamento em Londres a cantora Amy Winehouse, Amy tinha 27 anos..." Levei um tremendo susto! Não acreditava, assim como foi no dia 25 de junho de 2009 (data da morte de Michael Jackson); como ainda custa acreditar! Parece que a ficha ainda não caiu! Que estão fazendo algum tipo de pegadinha... Antes fosse, mas a mesma tristeza que tive ao saber da morte do Rei do Pop, está agora me acompanhando, nessa linha... Pois se cala para sempre uma das mais belas vozes do mundo da música; Amy Winehouse". Fazendo uma pequena pesquisa, vou mostrar por aqui um pouco da vida, do sucesso, do fracasso e da morte de Amy. Ela deixou sua marca na música, usou e abusou das drogas, no qual é o principal motivo da sua morte; mas deixou uma legião de fãs que o admiravam por ser uma artista autêntica, de atitude, de olhos, cabelos e voz marcante. Ela será para sempre lembrada, por suas belas canções, sua música cheia de atitude!!!

Outubro de 2003
Com 20 anos de idade, a cantora que fundou uma das banda amadora aos 10, lança seu primeiro disco, Frank. O álbum foi lançado no Reino Unido, tem influências do Jazz e foi muito bem recebido pela crítica. Amy foi comparada às cantoras Sarah Vaughan e Macy Gray.

Outubro de 2006
Amy Winehouse lança seu segundo disco, Back To Black, com o hit Rehab. Foi nessa época que ela adotou um visual anos 60, com maquiagem nos olhos mais carregada, fez várias tatuagens e começou a namorar Blake, além das drogas, esse seu namorado também foi um grade vício. Blake disse que ela quase morreu em seus braços após três dias de festa, drogas e álcool. "Estávamos na cama quando aconteceu o ataque e os olhos dela ficaram brancos. Caiu no chão antes que eu pudesse da conta", disse. O fato teria ocorrido em 2006, quando Amy decidiu comemorar o sucesso do seu álbum "Back To Black", com uma festa que durou três dias, afirma.

Maio de 2007
Amy se casa com Blake em Miami. O produtor já admitiu que foi o responsável por apresentar drogas como heroína, cocaína e crack para a cantora.

Janeiro de 2001
Amy Winehouse veio ao Brasil e fez show em Florianópolis, São Paulo, Rio e Recife. E em terras brasileiras, Amy fez coisas (mostrou os seios na sacada do hotel, bebeu demais a beira da piscina e com certeza usou drogas, no show em Recife tentou dá uma pirueta e quase caiu, o vídeo é um sucesso na internet) que eram prato cheio para os paparazzo de plantão.

Junho de 2011
Após ficar três semanas na reabilitação, Amy começou a turnê europeia. O empresário da cantora pediu para os hotéis não servirem bebida para Amy. No primeiro show em Belgrado a cantora foi vaiada por ter esquecido as letras das musicas e ter começado a balbuciar. A turnê foi cancelada!

Julho de 2011
Aos 27 anos, Amy Winehouse é encontrada morta em sua casa, em Londres, por volta das 16 horas do horário local (13 horário de Brasília).

Dezembro de 2007
Amy Winehouse é vista em uma loja de conveniência com pó no nariz. No mesmo mês ela é detida por ter ajudado Blake a ludibriar a Justiça, mas fi liberada após pagar fiança.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Happening Perfomance Instalação


Happening “acontecimento” é uma forma de espetáculo, muitas vezescuidadosamente planejado, mas quase sempre incorporando algum elemento de espontaneidade, em que um artista executa ou dirige uma ação que combina teatro com artes visuais. O termo foi cunhado por ALLAN KAPROW em 1959 e tem sido usado para designar uma multiplicidade de fenômenos artísticos. Foi idealizado como um verdadeiro “evento”. Foi bastante usado para designar representações teatrais de propaganda político-social e eventos programados para chocar a moral estabelecida.

Três características típicas do happening

vinculam-no à concepção de Artaud do teatro:
- seu tratamento super pessoal ou impessoal das pessoas;
- sua ênfase no espetáculo e no som, com um desdém pela palavra;
- seu professado objetivo de tomar a platéia de assalto.

Privado de qualquer tipo de arco narrativo ou dramático, privado de suspense ou
estrutura, normalmente deixavam suas platéias paradas, esperando algum tempo
depois de já terem sido encerrados de fato.
O happening atua pela criação de uma rede assimétrica de surpresas, sem clímax
ou consumação; trata-se da lógica dos sonhos e não da lógica que predomina na
arte. Os sonhos são desprovidos de um sentido de tempo; o mesmo se dá com os
happening. Isentos de um enredo e um discurso racional contínuo, são isentos do
passado. E essa ausência de um sentido de estrutura é, se sublimada, uma agressão
à plateia.

O happening pode ainda ser considerado uma manifestação
artística coletiva que, com maior ou menor sujeição a um
programa preestabelecido, cobra existência num espaço e tempo
determinados através da participação dos espectadores,
convertidos em co-autores da mesma.
Suas origens mais imediatas devem ser procuradas nas
experiências dramáticas desenvolvidas em Nova York,
fundamentalmente, entre os anos de 1957-1959, para conseguir
um “teatro total” através da participação dos espectadores.
Em relação com estas, alguns artistas plásticos nova-iorquinos
ligados à Reuben Gallery introduziram este elemento participativo
em suas exposições e inclusive na realização de obras por
procedimentos de collage e ensamblagem (assemblagem).

O HAPPENING era tido como algo que deveria criar situações ou eventos que revestissem de aurapoética e fantástica os elementos da vida e da tecnologia cotidiana. Foi criado sob a articulação de várias disciplinas edesigna, segundo Allan Kaprow, um dos seus maiseminentes representantes, uma ação que testemunha o engajamento social e político de seu autor. Desenvolve-se fora dos espaços destinados à arte e ocorre somente uma vez.

O happening estabelece uma relação de
indivíduo para indivíduo; não se é mais
exclusivamente contemplador, mas contemplado,
observado, pesquisado.
Não há mais monólogo, mas diálogo, troca e
circulação de imagens”, comenta Jean-Jacques
Label em Happening (1966).
E complementa Label afirmando que o happening
devolveu à atividade artística aquilo que lhe foi
arrancado, ou seja, a intensificação da
sensibilidade, o jogo instintivo, a festividade, a
agitação social.

Esta palavra HAPPENING foi
usada por muitos autores,
mas atualmente mesmo os
puristas não a utilizam mais
desde o uso do termo
PERFORMANCE.

Já as fotos abaixo, foram trabalhos realizados na Universidade Federal do Maranhão, sob a orientação da professora Ana Teresa, mais conhecida como "Estrelinha" e também da crítica e professora Viviene Rocha, na disciplina "Tópicos Especiais".



A professora Viviane Rocha cercada pelos alunos de Teatro Licenciatura

A perfomance feminista, relatando o caso de mulheres, que vendem seu corpo, são violentadas dentro de casa, humilhadas até pela sociedade.


Perfomance intitulada de "Lixo"; onde o luxo exagerado do homem de hoje será o lixo de amanhã, a sociedade ainda não está preparada para esse tal cuidado com o planeta, e as conferencias climáticas não passam de discussões sem fim, um eterno blá blá blá...

Perfomane "Inércia" realizada na escadaria central do CCH da UFMA.

Uma perfomance que também retratava a vida das mulheres...


Perfomance feminista.


De quem são esses pés? Os caminhos que traçamos, as vezes, sem sentido algum...

A professora Estrelinha, registrando as pefomances e instalações.

Perfomance feminista.


Instalação "AquiJaz", o banheiro sujo de sangue, retratando aborto.


Perfomance feminista

Perfomance Lixo, algum dia, tudo vira lixo. Luxo e Lixo, lixo e Luxo...
Instalação


Perfomance "Inércia".



terça-feira, 12 de abril de 2011

Fotos da Via Sacra 2011 "da poeira aos palcos" - Oficinas

Oficina de Costura.
Oficina de Cenografia.
Oficina de Cenografia.
Maquete das primeiras cenas da Via Sacra 2011.
Equipe de Cenografia.
Chapéu de Soldado Romano em construção.


quarta-feira, 6 de abril de 2011

Via Sacra 2011 "da poeira aos palcos". Fotos Cenografia e Figurino

Equipe de Figurino
Equipe de Figurino.
Equipe de Cenografia.
Equipe de Cenografia.
Via Sacra 2011 "da poeira aos palcos". Equipe de Cenografia.



quinta-feira, 31 de março de 2011

Via Sacra 2011 "da poeira aos palcos". Novas Fotos!!!

Alguns adereços e acessórios já preparados para a Via Sacra 2011 "da poeira aos palcos".
Construção, adereços e acessórios...
Novos aderecistas na Via Sacra 2011 "da poeira aos palcos".
Via Sacra 2011 "da poeira aos palcos". Oficina de Adereços e Acessórios coordenada por Carlos Henrique.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Fotos Via Sacra 2011 "da poeira aos palcos"

Abelardo Telles assina a coreografia do espetáculo Via Sacra 2011 do Grupo GRITA!
Ensaio do Corpo de Baile da Via Sacra 2011
Oficina de Adereços e Acessórios
Oficina de Adereços e Acessórios.
Aderecistas mais uma vez trabalhando no nosso espetáculo, grandes oficineiros!

Walber Bomfim trabalhando na nova trilha da Via Sacra 2011.


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Via Sacra 2011 "da poeira aos palcos

"E se passaram 30 anos, e a Via Sacra está mais uma vez nas ruas do bairro do Anjo da Guarda, mostrando sua beleza, sua arte e sua paixão... Desta vez com o tema “da poeira aos palcos”. Refletores ligados, roupas de época, palco, som, luz... Tudo pronto! A arte do nosso povo está nas ruas! Artistas e moradores do Anjo da Guarda criam um belo exemplo de que a arte pode sim acontecer em qualquer lugar, basta a coletividade, basta a união de milhares e milhares de pessoas que a longo desses anos encenam a Paixão de Cristo, encenam a nossa Via Sacra! O amor em fazer esse espetáculo é o que de mais importante existe, não precisa de muita coisa não, precisa só de união e sonhos, e de mãos dadas, estamos fortes, juntos, e estamos mais uma vez mostrando a nossa arte, porque a merecemos, temos a responsabilidade de montar esse espetáculo da nossa comunidade com muito orgulho, e 30 anos ainda é pouco, ainda faltam muito mais... A arte e cultura como forma de inclusão social é o dever do GRITA, pois se preocupa com seu povo, este que 30 anos ainda faz arte, ainda cria e reproduz, busca o novo, abraça as idéias e as idealizam, criam sonhos e os realizam. Os artistas têm um papel fundamental na reinvenção do mundo. Um mundo diferente somente será possível com a co-responsabilidade de todos na construção da convivência e na mudança, com cidadania, cultura de paz, criação e sonhos. Sonho de artista, da arte revelando um mundo e criando outro. São esses os significados do GRITA na sua missão no mundo, e é neste mundo atual, moderno, e injusto, cada vez mais desequilibrado, povoado de desigualdades e despovoado de encantos, que se propõem para o artista o desafio de reencantá-lo. O que significa colocar-se em campo para transformar a sociedade por meio das artes: um sonho com o pé na terra. As artes compõem o cenário da subjetividade, reflexão e criação, podendo mudar a visão do mundo de todos aqueles que dela se acercam. Nossa arte possibilita a vivência alegre, lúcida, prazerosa e criativa, o sonho e a utopia, e principalmente, levando em conta o desenvolvimento da criatividade à luz dos valores éticos e humanistas. Sim, o artista pode contribuir para a preservação e o desenvolvimento da vida e para salvar o sonho. E é nisso que o GRITA acredita, imagina e sonha!