quarta-feira, 6 de abril de 2011

Via Sacra 2011 "da poeira aos palcos". Fotos Cenografia e Figurino

Equipe de Figurino
Equipe de Figurino.
Equipe de Cenografia.
Equipe de Cenografia.
Via Sacra 2011 "da poeira aos palcos". Equipe de Cenografia.



quinta-feira, 31 de março de 2011

Via Sacra 2011 "da poeira aos palcos". Novas Fotos!!!

Alguns adereços e acessórios já preparados para a Via Sacra 2011 "da poeira aos palcos".
Construção, adereços e acessórios...
Novos aderecistas na Via Sacra 2011 "da poeira aos palcos".
Via Sacra 2011 "da poeira aos palcos". Oficina de Adereços e Acessórios coordenada por Carlos Henrique.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Fotos Via Sacra 2011 "da poeira aos palcos"

Abelardo Telles assina a coreografia do espetáculo Via Sacra 2011 do Grupo GRITA!
Ensaio do Corpo de Baile da Via Sacra 2011
Oficina de Adereços e Acessórios
Oficina de Adereços e Acessórios.
Aderecistas mais uma vez trabalhando no nosso espetáculo, grandes oficineiros!

Walber Bomfim trabalhando na nova trilha da Via Sacra 2011.


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Via Sacra 2011 "da poeira aos palcos

"E se passaram 30 anos, e a Via Sacra está mais uma vez nas ruas do bairro do Anjo da Guarda, mostrando sua beleza, sua arte e sua paixão... Desta vez com o tema “da poeira aos palcos”. Refletores ligados, roupas de época, palco, som, luz... Tudo pronto! A arte do nosso povo está nas ruas! Artistas e moradores do Anjo da Guarda criam um belo exemplo de que a arte pode sim acontecer em qualquer lugar, basta a coletividade, basta a união de milhares e milhares de pessoas que a longo desses anos encenam a Paixão de Cristo, encenam a nossa Via Sacra! O amor em fazer esse espetáculo é o que de mais importante existe, não precisa de muita coisa não, precisa só de união e sonhos, e de mãos dadas, estamos fortes, juntos, e estamos mais uma vez mostrando a nossa arte, porque a merecemos, temos a responsabilidade de montar esse espetáculo da nossa comunidade com muito orgulho, e 30 anos ainda é pouco, ainda faltam muito mais... A arte e cultura como forma de inclusão social é o dever do GRITA, pois se preocupa com seu povo, este que 30 anos ainda faz arte, ainda cria e reproduz, busca o novo, abraça as idéias e as idealizam, criam sonhos e os realizam. Os artistas têm um papel fundamental na reinvenção do mundo. Um mundo diferente somente será possível com a co-responsabilidade de todos na construção da convivência e na mudança, com cidadania, cultura de paz, criação e sonhos. Sonho de artista, da arte revelando um mundo e criando outro. São esses os significados do GRITA na sua missão no mundo, e é neste mundo atual, moderno, e injusto, cada vez mais desequilibrado, povoado de desigualdades e despovoado de encantos, que se propõem para o artista o desafio de reencantá-lo. O que significa colocar-se em campo para transformar a sociedade por meio das artes: um sonho com o pé na terra. As artes compõem o cenário da subjetividade, reflexão e criação, podendo mudar a visão do mundo de todos aqueles que dela se acercam. Nossa arte possibilita a vivência alegre, lúcida, prazerosa e criativa, o sonho e a utopia, e principalmente, levando em conta o desenvolvimento da criatividade à luz dos valores éticos e humanistas. Sim, o artista pode contribuir para a preservação e o desenvolvimento da vida e para salvar o sonho. E é nisso que o GRITA acredita, imagina e sonha!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O Falar Maranhense na Prática

O analista de sistemas maranhense Armando Henrique de Jesus resolveu, em um momento de ócio, escrever uma pequena história fictícia utilizando o máximo de expressões típicas da região que marcaram sua infância. O texto não demorou a se espalhar pela internet, mas este foi retirado da Revista Língua Portuguesa-Conhecimento Prático (edição de outubro 2010).


Um dia na vida de Reginete
Por Armando Henrique ("Piruca")

Reginete, a empregada da casa do Vieira, chega da Rua Grande toda querendo ser, de traca amarela, uma japonesa bandeirosa com pontuação 2 números acima da sua, rebolando e exibindo sua calça nova, daquelas bem apertadas e lá no rendengue, que comprou para sair à noite. Logo gerou um bafafá das invejosas de plantão.

- Olha a barata do Vieira. Quer se aparecer! Tá escritinha uma fulêra!
E tu parece uma nigrinha dando conta da vida dos outros - retruca à mulher Seu Barriga, que estava só coíra descansando em um pequeno mocho na porta de casa.

Porém, despertou também o interesse de toda a curriola da rua. A galera do chucho parou para secar a moça. Até quem tava no desafiado.
Guga largou de empinar seu papagaio aos gritos de "lá vaiii lá vaiii...", batendo tala, mas sempre na guina para lancear melhor e com uma bimbarra do freio reforçada e linha puída pelos amigos que o sabotavam pisando disfarçadamente, para admirar:
- Éguass Reginete! Tá pintosa como quê!
- Hmmmm piqueno. O que é heim? Só porque tô com minha calça nova? Comprei na Lobrás ontem tá?!
Victor, garoto que vivia cheio de curubas nas mãos por causa de suas carambelas no asfalto, desinformado, questiona:
- O que é Lobrás?
- É uma loja, abestado. Ao pegado da Mesbla. Defronte as Pernambucanas. Onde a gente vai sempre capar bombom - corta Guga.
Nesse momento, Caverna, o mais delegado das peladas, largou sua curica, feita de talo de coqueiro e folha de caderno, e veio, catingando que só ele, arrumar cascaria com Guga.
- O quê que tu quer?! A nêga é minha.
- Hmmmm tu quer te amostrar pros teus pariceiro? Te dôle um bogue!!!
- Me dáli??? Rapá, tu não me trisca!!!
E a galera vem zilada jogar lenha na fogueira.
- Éééésseeeeee!!! Tá falando da tua mãe!!! Chamou de qualhira!
- Ééélasss... eu não deixava!!! Cospe aqui - diz Dudu, que só andava na calha, estendendo a mão.

Mas Guga não entra na conversa dos amigos:
- Rapá, negada só querem ver a caveira dos outros!
- Ihhh gelão... cagou ralo heim Guga!!! Tá aberando!!!
Até que chega Lombo, o mais velho da turma, que jogava peteca naquele momento. Ele tinha o costume de quebrar as petecas alheias na brincadeira do cai, dando um china-pau com seu cocão de aço, principalmente se fosse numa olho de gato. Utilizava, também, o recurso do olhinho, mas dificilmente só bilava. Pediu limpo, completou matança nas borrocas e depois foi pro casa ou bola. Às vezes porco ou leitão visitando. Ele intervém gaguejando:
- Ê Caaaa-Caverna, tu tu tu já tá coisando os outros aí né?! Vai já levar um sambacu!
- Hen heim. Vamo já te dar um malha - confirma Guga, aliviado com a intervenção de Lombo.
- Hen heim - retruca Caverna imitando Guga com voz afeminada.
- Não me arremeda não!!! Olha o raspa!!!
- Ahhh... te lascar!!!
Depois do furdunço por sua causa, Reginete sai toda empolgada de lá e decide dar logo uma parada na quitanda da Zefinha, lembrando que seu Vieira havia pedido que ela comprasse alguns ingredientes para garantir o fim de semana, já que Dona Veridiana ainda não havia feito a Lusitana do mês.
- Oi Dona Zefa. Quero camarão seco pra botar na juçara da dona Veridiana e fazer arroz de cuxá. Me veja 3 Jeneves também, 2 quilos de macaxeira, um lidileite alimba, 2 pães massa fina e 4 massa grossa! Ahh... e uma canihouse pra eu fazer a base pra noite!
A senhora vai checar seu estoque no freezer e retorna:
- Ê essa outra... só tem Jesus. Vais querer? Vais querer quantas mãozadas de camarão?
- Três tá bom. E pode ser Jesus sim.
Ao chegar em casa com as compras, seu Vieira repreende a moça:
- Tu fica remancheando pra trazer o cumê. To urrando de fome aqui já! Cuida piquena!! Vou só banhar e quando voltar quero ver tudo pronto.
- Ô seu Vieira... o senhor é muito desinsufrido! Já to arreliada com uma confusão dos meninos na rua. Não me aguneia! Confie ni mim que faço tudo vuada! O senhor sabe que...
- Já seiii... tá bom... aí fala mais que a nêga do leite. Eu heim?! - seu Vieira interrompe.
Neste momento chega Marquinho, filho do seu Vieira, com a equipagem da Bolívia Querida toda suja. Sinal de mais trabalho pra Reginete.
- Menino, olha essa tua roupa. Tava num chiqueiro era? Vai ficar encardidinha! Isso não sai não! E esses brinquedos?! Tudo esbandalhado! Aí não tem jeito! Olha... tá só o cieiro (ou ceroto, como queiram)!
- Tava jogando travinha com os moleques! Não enche e me dá logo esse refri aí que to com sede.
- Hum Hum. Isso é do seu Vieira!
- Marrapá! Por quê?! Deixa de canhenguice, piquena!
- Deixa eu cuidar comigo que ainda quero sair hoje pra radiola no clubão! Vai rolar só pedra!
Passada a janta, Reginete já exausta lava a louça e reflete sobre seu evento da noite: "Já estou é aziada e as meninas não ligam. Amanhã começa mais um dia de trabalho e se sair hoje ainda fico lisa pro fim de semana!". A moça muda de idéia segue sua rotina. Todos os preparativos para a noite foram em vão? Nãããã! O importante foi chamar a atenção e não se achar mais uma no meio da multidão!

sábado, 30 de outubro de 2010

Teatro Empresa (Amazônia Sempre Amazônia - Vale, Parque Botânico)


Amazônia Sempre Amazônia, foi um trabalho realizado no Parque Botânico da Vale; as fotos abaixo, são alguns registros deste evento tão importante para cada um de nós e de como podemos preservar a Nossa Amazônia.


Geanne Sousa (Arara)

Djara Machado (Coruja)

Os Caçadores e a Árvore

A Árvore e a Onça

A Coruja fala sobre seu plano para pegar o Caçador Malvado


O Caçador Malvado encurralado!!!

Amazônia, nossa sempre serás...!!!

Os Caçadores e a Onça


O elenco é formado por: Djara Machado (Coruja), Claudina Silva (Onça), Ronald Sá (Caçador Lerdo), Arlete Máximo (Árvore), Gigi Moreira (Caçador Malvado) e Geanne Sousa (Arara)

Elenco de "Amazônia Sempre Amazônia"



Teatro Empresa (Brincadeira Tem Hora e Lugar - MPX)

O GRITA sempre trabalhou com diversos assuntos, tanto didáticos, educativos, informações importantes para seus clientes, que nesse caso, são as empresas. O Teatro Empresa do GRITA já tem um longo período, e nesse caminho profissional, a arte também é o melhor caminho para atender de forma simples e clara o desejo das empresas para com seus funcionários e a comunidade em geral. As imagens abaixo são resultados do trabalho bem interessante que realizamos com a empresa MPX, falando sobre as linhas de transmissão, que perigos podem ter, como a comunidade pode viver em segurança, sem ter receio... O espetáculo "Brincadeira Tem Hora e Lugar". Escritor por: Ronald Sá e dirigido por Gigi Moreira.


Iniciando o espetáculo "Brincadeira Tem Hora e Lugar". Escritor por: Ronald Sá e dirigido por Gigi Moreira.

Seu Alberto Alerta todos, agora a mensagem aqui é responsabilidade!

Mariquinha, Zezinho e Joãozinho

Joãozinho e Dona Inácia interagindo com o público local

Djara Machado (Mariquinha, irmã de Joãozinho) e Ronald Sá (Joãozinho)

Seu Alberto, técnico responsável pelas linhas de transmissão (Gigi Moreira) alerta o povo sobre o cuidado que devem ter...

Ronald Sá (Joãozinho) e Claudina Silva (Zezinho)



Arlete Máximo (Dona Inácia, mãe de Joãozinho) e Ronald Sá (Joãozinho)